terça-feira, 5 de maio de 2015
Quando nós(eu), percebemos que há algo errado corremos direto para quem amamos e tentamos perceber o que está acontecendo,bem, isso não é o certo a fazer, muitas vezes essas pessoas(quem amamos) não entendem o que está se passando em nossa(minha) cabeça, pois somos(muito) diferentes, e eu não ligo disso. Todos(eu) comentemos erros, aqueles bobos que depois fazemos(faço)um exame de consciência e paramos para pensar o quanto foi ridículo e o quanto já crescemos e continuamos fazendo as mesmas coisas que há muito tempo queríamos já ter parado.
Pois é, infelizmente a vida é assim, nós somos assim, eu sou assim, mas isso não significa que não queira mudar, isso não significa que não podemos ser diferentes, isso não significa que somos(sempre) assim, e que a mudança não esteja longe de acontecer.
Esses dias estavam sendo chatos para mim, sem emprego, dores de cabeça diárias e sempre um sentimento de que eu não estava sendo boa o suficiente para conseguir o que queria. Mas ai tive a oportunidade da vida, fui com unhas e dentes, mas uma semana depois o sentimento voltou porque devo não ter sido boa o suficiente, será que foi meu nome? Fátima, dificíl de chamar assim com vinte anos; ou será minha letra que ficou horrível naquele Release... EU não sei, foram tantas perguntas sem resposta.
Outro dia estava eu refletindo como sempre, e percebi também que não posso ficar dependendo de muita coisa para colocar um sorriso no rosto, ou melhor vou esclarecer, tudo que se torna dependente demais é chato, causa brigas, discórdia e desgosto, a primeira pessoa que tem que me fazer feliz sou eu mesma, eu sei que a frase é clichê e que a escritora não é uma das melhores, mas as situações estão sendo tão comuns em minha vida que escrever virou algo raro, e isso não poderia acontecer, pois em minha vida, o que mais me acalmava e fazia os cinco dias da semana terem significados e sinônimos eram os sonhos líricos que escrevia até em uma papel de pão.
Gostaria de agradecer por meio deste pequeno paragrafo o último puxão de orelha que levei, mas alguns não doem tanto porque são dados com amor, e bota amor nisso, fico tão feliz quando dois dias demoram para passar como se fossem dez, eu aprendo tanto, dou tanta risada, amo tanto, falo tanto, converso tanto, me alivio tanto quando tenho alguém que mesmo cansado quer me escutar.
Bem, a vida as vezes nos mostra que as coisas não são sempre da maneira que queremos que seja, mas para tudo existe uma resposta, porque o que seria de nós se nossas perguntas ão fossem respondidas e que as coisas que não acontecem não nos ensinassem algo, ou pior, o que seria de nós(eu) sem os puxões de orelha que servem para enxergarmos a vida com menos insegurança e mais realidade...É isso.
Lari F

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A Blogueira

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Estudante de jornalismo,20 anos.Tenho uma paixão por romances, Paris, cor de rosa e morangos. Gosto de dias nublados e arranha-céus ... Apenas leia meus sonhos líricos.

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