quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Na vida nós tropeçamos umas cinquenta mil vezes, pode ser numa calçada, ou para os mais desastrados no próprio pé, e o por que de toda essa comparação? A vida meu caro, essa vida que chamamos de vida.
Quando temos uns quinze anos nosso sonho e pegar o passaporte e ir para a Disney, ou melhor, fazer faculdade de moda e morar na capital, aos dezesseis fazemos luzes no cabelo, aos dezessete queremos passar no vestibular e com dezoito agarrar o mundo com as mãos achando que somos à prova de balas, e bota balas nisso. Ah! Não posso me esquecer de ter o closet igual da blogueira favorita e lançar um livro contando as péssimas experiências vividas no ensino médio. As vezes nos sentimos em um espaço branco, pois cada coisa que passamos planejando e escrevendo em cadernos velhos se vão com um vento mais forte, ao contrário do que qualquer ser humano pensaria eu tenho uma contradição em que este vento é melhor para nossas vidas.
Adoro quando a vida me surpreende, como o natal em uma avenida famosa, as luzes e as fotografias tiradas são tão mágicas, basta olhar para elas e sentir o amor. Eu juro, o meu espaço branco foi escrito, rasurado, pintado, apagado e escrito de novo umas trezentos e cinquenta vezes, assim como textos de amor.
Sim, eu sei, minhas palavras estão confusas, mas não precisa entender, eu só preciso escrever, haverá uns cinco desses por hoje. Aqueles dias em que queremos ver o filme romântico que mais no faz chorar mesmo já assistido vinte vezes, comer chocolate e pronto, posso dizer que isso também é um espaço em branco a ser preenchido.
Muitas vezes desejamos coisas que não podem acontecer, ou acontecem e não é aquilo que desejamos, ou desejamos e acontecem, ou acontecem e não são como esperávamos, ou apenas acontecem. Eu gosto da última opção. As vezes me sinto fraca e a lágrima escorre, mas eu penso que tenho a probabilidade de agarrar o mundo e pronto, minha confusão está escrita por aqui. Gosto que cada um preencha o seu espaço em branco, a vida não tem sentido quando achamos que somos à prova de balas, as vezes um tiro em raspão faz a diferença para que algo lhe faça olhar a sua frente e enxergar as luzes coloridas de natal.
Lari F

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A Blogueira

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Estudante de jornalismo,20 anos.Tenho uma paixão por romances, Paris, cor de rosa e morangos. Gosto de dias nublados e arranha-céus ... Apenas leia meus sonhos líricos.

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