sexta-feira, 28 de março de 2014
Há quem diga liberdade, há quem diga amor, há quem diga sonho e há aqueles que mal conjugam um verbo.
Não gosto de datas, elas me fazem acreditar que o tempo anda passando muito rápido, devido aos meus afazeres. Quando se tem vinte e dois a vida vira uma loucura, mesmo quando se odeia baladas ou qualquer tipo de movimentação social.
Algum dia destes eu estava em um jardim japonês no Parque do Ibirapuera, com um livro estranho que peguei na biblioteca da faculdade e meu Ipod repetindo toda hora a mesma música sem ao menos eu perceber, o som que soa mais bonito por aqui é o das andorinhas, mas que vida linda, ah! A liberdade gentil.
A cada voo eu me surpreendo, para elas a liberdade é tão doce, fácil. Meu caro, hoje em dia estamos tão presos a nós mesmo que tudo está longe de um desejo. Não somos livres, totalmente livres, não! Ao completar dezoito ainda devemos explicações aos pais, aos vinte e um os mesmos dizem que está na hora de arrumar a vida, e quando se tem vinte e dois é obrigado a entrar na faculdade de jornalismo, trabalhar em uma editora na capital, pinta-se o cabelo de vermelho e se faz a primeira tatuagem. Mas, ao atravessar a rua você não tem a liberdade de gritar por toda a avenida ou dizer que a saia daquela mulher na cafeteria é estranha.
Por um Mundo livre, por uma alma livre, por uma pessoa livre, ah! Por toda aquela liberdade gentil desejada.
Lari F

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A Blogueira

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Estudante de jornalismo,20 anos.Tenho uma paixão por romances, Paris, cor de rosa e morangos. Gosto de dias nublados e arranha-céus ... Apenas leia meus sonhos líricos.

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Larissa Figueira. Tecnologia do Blogger.

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