terça-feira, 25 de março de 2014
Vivo num Mundo novo, onde na verdade acabo de chegar, me sinto uma estranha de calças estampadas. Vinte de junho, início do inverno, minhas melhores amigas são as botas de chuva, às cinco da manhã ninguém tem disposição, muito menos eu, uma ruiva preguiçosa.
Peguei o metrô que parava na porta da universidade, no princípio lá seria um lugar mágico, onde não precisava ir de uniforme até o momento que suas roupas acabassem, também existe a ilusão de que novas amizades podem nascer, no meu caso é uma mera ilusão mesmo, pois uma coisa já está na mente, universidade existe colega e não amizade. No começo do semestre achava que fazia parte de um grupo, mas dizem que trios nunca dão certo e é verdade, em todos os trios que já participei era constante o descontentamento. Um sentimento vazio me acompanhava até a última estação, no último capítulo do livro Perto do Coração Selvagem, pela quarta vez vi uma frase muito conhecida por amantes da literatura "Liberdade é pouco o que desejo ainda não tem nome", Clarice Lispector sempre em meus marca páginas.
Nunca gostei de solidão,mas neste lugar enorme já virou um costume, estudo o que amo, inclusive ando tatuando corações vermelhos nos copos de café todas as manhãs... Ah meus companheiros...Acredito que nada do que escrevo aqui hoje faz algum tipo de sentido, perdoem a complexidade, já estou com vinte e dois.
Lari F

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A Blogueira

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Estudante de jornalismo,20 anos.Tenho uma paixão por romances, Paris, cor de rosa e morangos. Gosto de dias nublados e arranha-céus ... Apenas leia meus sonhos líricos.

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Larissa Figueira. Tecnologia do Blogger.

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